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Nasci em Minas Gerais e, desde pequena, lembro que era comum as pessoas virem conversar comigo, de forma natural e espontânea, sobre seus problemas. Sempre me pegava pensando que era isso que eu queria fazer quando adulta. Queria trabalhar com isso. Mas era confuso, pois não sabia que existia uma profissão que ajudava as pessoas a resolverem seus problemas emocionais através de conversas. Nessa época, também tinha minhas dificuldades emocionais, queria me compreender, entender os motivos pelos quais eu pensava, sentia e me comportava de determinadas maneiras, algumas das quais me traziam sofrimento. E como eu não tinha ninguém para conversar sobre essas questões, me calava. No fundo, sabia que as pessoas tinham seus problemas, não porque queriam ter, mas porque não sabiam como resolvê-los e também sofriam com isso. Eu entendia que, no fundo, todas elas, assim como eu, tinham em seu coração um pedido silencioso: “Por favor, me ajude a me compreender e a resolver minhas dificuldades emocionais, pois estou sofrendo”. E assim foi até a adolescência. Um dia, soube que existia essa profissão e que quem a exercia se chamava psicólogo. Lembro que foi uma alegria e tanto descobrir que eu não estava imaginando ou inventando, aquela profissão realmente existia, embora na minha cidade não houvesse nenhum psicólogo. Tempos depois, soube que um profissional havia chegado por ali. Fui correndo pedir para minha mãe me deixar ir ao psicólogo. E ela me fez duas perguntas: “O que é psicólogo?” e “Para quê?” Tentei explicar minhas razões, mas, para ela, não fazia sentido. “Filha, sua mãe gosta muito de você, sou sua amiga, qualquer problema que você tiver, fale para mim, eu converso com você. Você acha que um estranho vai te ajudar melhor do que eu, que sou sua mãe e te conheço? Além do mais, não tenho dinheiro para pagar um psicólogo”, disse. A resposta me deixou muito triste, aborrecida e culpada. Não é que eu não quisesse contar a ela meus problemas, mas sabia que, se contasse, ela não iria compreender, me daria bronca ou não daria importância a eles. Sabia que mesmo o amor de mãe não poderia resolver tudo. Minha lógica era: se eu tivesse que fazer uma cirurgia, faria com um médico porque ele se preparou e tem os conhecimentos necessários para isso. O amor de mãe podia me apoiar, pagar a cirurgia, cuidar de mim, mas não me operaria. Com o psicólogo a dinâmica seria a mesma. Para cuidar dos meus problemas emocionais tinha que ser alguém que se preparou e que tinha os conhecimentos necessários. E assim o assunto foi deixado de lado. Mas, por mais que eu procurasse não pensar a respeito, minha imaginação voava e eu me via exercendo a profissão. Queria muito ajudar as pessoas a resolverem seus problemas emocionais, queria ajudar muitas “Tânias” a se encontrarem na vida. O tempo passou, prestei vestibular e, em 1991, me formei pela Faculdade Paulistana de Ciências e Letras. Parte do meu sonho havia se realizado. Em 2006, aprofundei meus estudos no curso de Aprimoramento em Terapia Cognitivo-Comportamental em Saúde Mental, do Ambulatório de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do HC/ FMUSP. E, em 2008, formei-me acupunturista pelo Instituto de Psicologia e Acupuntura Espaço Consciência Ltda. No mesmo ano, concluí o curso de Auriculoterapia Chinesa na Escola de Terapias Orientais de São Paulo (ETOSP) e na Pro Salus Vitalis. Posso dizer que foi minha história de vida que me tornou psicóloga e acupunturista. Além de anos de estudo e preparo, faço isso com amor, dedicação, responsabilidade e consciência. Em meu consultório, atendo adolescentes e adultos. Também ministro palestras sobre depressão, transtorno do pânico, programação neurolinguística e tabagismo. Com base em minha experiência, criei o programa Vencendo o Tabagismo, voltado a adultos que queiram parar de fumar. E essa beleza que é compreender o ser humano, ajudá-lo a resolver seus problemas, a se tornar mais consciente, com mais recursos internos para lidar com a vida, a vencer desafios e se tornar emocionalmente mais saudável, sempre permanecerá comigo. É isso que me faz vencer meus próprios desafios, buscar mais conhecimentos, procurar melhorar cada vez mais para que meu maior objetivo de vida, que é ajudar pessoas, seja cumprido. Tânia Mara Monteiro Rocha e Souza – CRP 06/36842-0 |
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